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Treinamento
corporativo em grupo

Prepare seus gestores para a liderança treinando-os para falarem com confiança

Nunca existiu nenhum líder, seja em escala histórica ou numa pequena empresa, que não sabia falar para grupo e conseguir seguidores. Liderar, entre outras coisas, significa mobilizar as pessoas por meio da fala.

Você tem percebido que seus gestores precisam de apoio para​
  • se tornarem os líderes que você gostaria que fossem?

  • influenciar decisões a favor de sua empresa ao falar com atores internos e externos?

  • vender ideias, produtos e serviços de forma mais efetiva?

  • fazer apresentações representando sua empresa em eventos?

  • prestar contas a executivos de alto nível de forma concisa, mas sem deixar de comunicar as informações centrais para que decisões importantes sejam tomadas de forma confiável?

  • mobilizar sua equipe para um determinado curso de ação?

  • apresentar temas técnicos de forma mais efetivas para plateias menos técnicas ou leigas para conseguir conquistar seu apoio?

Em caso afirmativo, eles precisam ser capazes de elaborar palestras e apresentações estrategicamente de forma a tocar as mentes e os corações de suas plateias internas e externas. A única maneira de fazer isso de forma efetiva e poderosa, em vez de jogar na mão de Deus, é saber como falar com os cérebros das pessoas, pois é esse o órgão que influencia tanto as decisões racionais como as emocionais. O resultado é que sua equipe será capaz de direcionar a atenção da plateia e, assim, influenciar suas decisões, da mesma maneira que um diretor de cinema canaliza o foco dos espectadores para contar a história que ele deseja contar.

Como que seus gestores podem aprender essa confiança e exercerem a liderança?
Por meio do treinamento sobre habilidades de apresentação amigáveis ao cérebro, que os ensinará a:
  • ter um entendimento profundo das necessidades, dos vieses de decisão e dos desejos da plateia, para que consigam transformar esses possíveis problemas em vantagens;

  • embasar suas apresentações nas necessidades da plateia e não em sua maneira de pensar, o que é chave para todo discurso bem sucedido;

  • capturar a atenção da plateia desde o começo da apresentação e mantê-los envolvidos e com alto nível de atenção durante toda a apresentação, mesmo nas partes mais técnicos ou na apresentação de dados dados;

  • criar a lógica da palestra e acrescentar emoções para influenciar a plateia na direção da decisão desejada;

  • sempre criar a melhor ferramenta mais adequada à ocasião para influenciar decisões;

  • apresentar dados estrategicamente de forma memorável e de forma a influenciar decisões, até as emocionais;

  • dominar o palco usando a linguagem corporal, a voz e a velocidade da fala;

  • sentir-se confiante e irradiar essa confiança por meio da linguagem corporal;

  • criar confiança na plateia, que é a base de qualquer decisão a seu favor;

  • dar aporte visual à mensagem verbal (com slides e outros) para deixar uma impressão duradoura na plateia;

  • evitar os maiores erros cometidos em slides que distraem a plateia da mensagem verbal em 98% das apresentações em todo o um do, sem que o palestrante ou a plateia perceba (isso é algo que meço de forma regular); e

  • fazer tudo isso tanto presencial como online, sempre com base em como o cérebro recebe, processa e recupera informações.

Não é só isso!

Veja bem, a realidade triste do treinamento corporativo atual é que a maioria dos quase 60 bilhões de dólares gastos todos os anos são desperdiçados, pois o que acontece? Chega a pessoa para dar o treinamento, ela realiza o treinamento e vai embora. Assim, os participantes não recebem atenção suficiente para conseguirem reter o conteúdo nem o apoio necessário para conseguirem aplicar o conteúdo em seu trabalho no dia-a-dia. Qual o resultado? De forma geral, pouco a pouco, os funcionários voltam às suas formas pré-treinamento de fazer aquelas coisas que o treinamento propôs melhorar. Qual o propósito de gastar dinheiro com treinamentos se não for para produzir as mudanças de comportamento desejadas?

 

Nosso treinamento resolve esse problema por meio de reforços de retenção de conteúdo amigáveis ao cérebro e sessões de acompanhamento para fazer valer seu investimento e realmente transformar seus gestores em líderes para que consigam ser oradores fascinantes, tanto para plateias internas como externas. 

 

De que maneira alguns ex-clientes se beneficiaram de nosso treinamento de habilidades de apresentação amigável ao cérebro?

A experiência de clients -- Exercendo a liderança e falando em público com confiança
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A empresa KraftHeinz entrou em contato para realizar um treinamento com um grupo de gestores trainee da América Latina sobre as habilidades para dar apresentações amigáveis ao cérebro que pudessem servir de aporte em seu caminho rumo a se tornarem gestores e depois líderes. O treinamento faria parte de um treinamento de integração de duas semanas para trainees em São Paulo.

Primeiro, Ákos se reuniu com um represent ante de KraftHeinz RH para entender as expectativas e os resultados esperados do treinamento. Depois, entrevistou cada um dos gestores trainee para entender sua atual experiência com apresentações e sua abordagem. Essa análise aprofundada de onde os trainees se encontravam antes do treinamento e das expectativas da empresa ajudaram Ákos a customizar o treinamento relativos à abordagem amigável ao cérebro de contação de histórias, slides e a forma de se apresentar.

O que os participantes pensaram do treinamento presencial? Aqui estão alguns depoimentos:

"O treinamento foi muito interativo e aplicável ao nosso dia-a-dia. Ákos é completamente aberto às nossas ideias e opiniões e, de certa forma, coconstruimos o treinamento junto com ele.”

"Ele consegue colocar em prática tudo

que ensina."

"Adorei os exemplos práticos e os exercícios usados para demonstrar todo o conteúdo.”

“O treinamento superou minhas expectativas.” 

​Contudo, para garantir que a empresa KraftHeinz realmente conseguisse o retorno de seu investimento, Ákos enviou reforços amigáveis ao cérebro do conteúdo e realizou sessões de acompanhamento online individual com cada trainee para apoiá-los em sua jornada para transformar a maneira como faziam apresentações para seus superiores e suas equipes.

O resultado foi que os trainees voltaram a seus escritórios falando muito bem da forma “amigável ao cérebro” de se fazer apresentações e compartilharam o novo conhecimento com os colegas.

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Outro exemplo excelente do valor que o treinamento corporativo em grupo de habilidades de Apresentações Amigáveis ao Cérebro pode ter para sua organização é o do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

​Ákos foi selecionado em um processo seletivo competitivo para realizar um treinamento de habilidades de apresentação para gestores e gestores de caso no Cade. Sua pessoa e a qualidade de seu trabalho já eram bem conhecidas na organização, pois em 2016 ele realizou uma consultoria para o então presidente da instituição para prepará-lo para suas apresentações em Yale, Universidade de Nova York (NYU) e a OAB do Estado de Nova York. Ademais, em 2018, ele ajudou o novo presidente e sua equipe a se prepararam para a revisão por pares da OCDE em Paris.

O treinamento transformou desde a raiz como os gestores do Cade se apresentavam e transmutou até as apresentações mais técnicas em palestras com fortes narrativas, combinando dados convincentes com uma cativante contação de história e uma apresentação poderosa capaz de influenciar decisões. Ou, nas palavras da gestora Cristiane Landerdahl de Albuquerque:

“Com esse novo conceito de contação de histórias e slides, podemos influenciar as decisões que queremos para vendermos a historic que contamos."

Depois do treinamento, os participantes começaram a compartilhar com entusiasmo os princípios da apresentação amigável ao cérebro com seus colegas e até aqueles que não puderem comparecer começaram a mudar sua abordagem às apresentações.